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Nova assembléia será
convocada
assim
que
surja
fato
novo e
relevante.
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Os
empregados do BNDES
suspenderam hoje (23), em
assembléia geral realizada às
11h30, o movimento grevista
iniciado na última
quinta-feira (19). Agora, os
representantes dos funcionários
retornam à negociação com a
direção do Banco na busca de
uma contraproposta que possa
levar a um Acordo Coletivo
satisfatório em 2006. Os
empregados permanecem
reivindicando uma proposta do
Banco no sentido da equalização
das curvas salariais dos dois
planos de cargos e salários
existentes na casa (PUCS e
PECS).
Nova assembléia será
convocada assim que surja fato
novo e relevante.
A
direção do BNDES chegou a
avançar, na quinta-feira
passada, em suas
contrapropostas econômicas
– aumentou o índice de
reajuste de 3,84% para 4,5% e
o abono não-incorporável de
50% para 80% de uma remuneração
contratual. Mas, como não
havia qualquer ponto
relacionado à equalização
das curvas salariais
(compromisso assumido na
negociação de 2005), a
contraproposta acabou sendo
recusada de maneira quase unânime
pelo funcionalismo. A equalização
das curvas salariais e o
pleito de unificação dos
quadros de carreira do BNDES são
considerados fundamentais para
que haja uma verdadeira
isonomia de tratamento na política
de recursos humanos da
instituição.
A adesão à greve foi total. O movimento foi
um sucesso também em relação
à unidade do corpo funcional.
Na assembléia de hoje, pela
manhã, cerca de 1.000
empregados decidiram, em sua
maioria, pela suspensão da
paralisação, com o objetivo
de privilegiar o espaço da
negociação, como havia sido
solicitado pela direção da
casa. A data-base do BNDES é
1º de setembro. A última
greve realizada na instituição
ocorreu em 6 de outubro de
2005, por 24 horas.
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