Banco de desenvolvimento do Brasil

Em 2018, os desembolsos do BNDES em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) caíram em comparação a 2017, permanecendo no patamar de cerca de 1%. Os dois últimos anos ficam abaixo da média histórica que prevaleceu entre 1970 e 2000 (1,3%). Os valores dos últimos três anos são os menores observados no século XXI. Em 2001, a mesma estatística alcançava 1,9%, menor valor no século até os 1,4% de 2016. E isso não é tudo. Se tomarmos os dados do primeiro trimestre de 2019, a indicação é que ainda não se chegou ao fundo do poço. Devemos experimentar quedas dramáticas nas consultas e aprovações no primeiro trimestre de 2019 comparadas com o mesmo período de 2018.

Se o BNDES estivesse indo mal e a economia bem, teríamos que nos conformar com nossa ineludível desimportância. Obviamente não é essa a realidade atual da economia. Nem atual, e nem prospectiva, como já é admitido mais amplamente uma vez passada a empolgação eleitoral dos primeiros 100 dias do novo governo. Como temos insistido nessas páginas, a defesa do BNDES não é redutível a qualquer corporativismo. É tarefa patriótica.

Correção

No editorial "Mais tweets, por favor", do VÍNCULO 1336, de 14/03/2019, escrevemos:

"A proposta de Reforma da Previdência traz um contrabando para espetar o BNDES: a redução dos repasses do PIS/PASEP de 40% para 28%. Os que defendem ou acham que não é grave, entendem que 28% é o que já recebemos depois da aplicação da DRU. A proposta é reduzir para 28% os repasses e acabar com a DRU".

É verdadeiro que a proposta reduz para 28% os repasses para o BNDES. Mas é falso que acaba com a incidência da DRU. Ou seja, passando o contrabando, caem imediatamente os repasses para o BNDES. A coisa é ainda pior.

 

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