
VÍNCULO 1677 – Em sua edição de fevereiro, o Jornal dos Economistas, publicado pelo Corecon-RJ, tem como foco o estado do Rio de Janeiro.
Ana Caroline de Souza Sampaio e Naiara Silva de Carvalho, do Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos (IPP), analisam a dependência econômica da extração de petróleo e a perda do dinamismo dos outros setores no estado.
Viviana Cabral, Matheus Santos e Joilson Cabral, da UFRRJ, acreditam que o desafio é promover a endogeneização da cadeia do petróleo, para ampliar seus efeitos multiplicadores.
Carlos Gadelha, da Fiocruz, aponta que o Complexo Econômico-Industrial da Saúde é um vetor central na reindustrialização do estado, promovendo geração de empregos, renda e inovação.
Juliana Moreira e Marco Nascimento, também da Fiocruz, afirmam que o Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde vai aumentar em 128% a produção farmacêutica e ter um impacto de 1% no PIB do estado.
Daniel Cerqueira, do Ipea, julga que a contaminação das instituições políticas, policiais e judiciais pelo crime organizado é o maior desafio de segurança pública do Rio de Janeiro.
Waldeck Carneiro, da UFF, joga luz sobre os problemas da educação pública no Rio, mas salienta a sua vantagem competitiva de reunir instituições universitárias e de pesquisa.
Georges Flexor, Míriam Português e Israel Sanches, da UFRRJ, ressaltam que o clientelismo, a violência e a fragilidade estatal na Baixada Fluminense desestimulam os investimentos produtivos, ação coletiva e provisão de bens públicos.
Karine Vargas, da Uerj, e Letícia Inácio, da UFRJ, frisam que a perda do dinamismo produtivo em virtude da desindustrialização se reflete na estagnação das receitas arrecadatórias e endividamento do estado.
Bruno Sobral, da Uerj, destaca que o Propag avança na renegociação das dívidas do Rio via retomada dos investimentos, mas não a atrela a qualquer plano de desenvolvimento de longo prazo.
Rodrigo Rodriguez, da Uerj, defende que a crise fiscal do Rio não pode ser analisada sem considerar as coalizões políticas que controlam o estado, sua relação com o capital privado e os interesses a quem a máquina pública tem servido.
Ana Krishna, da Câmara Municipal do Rio, e Hugo Bertha, da Alerj, avaliam que as emendas parlamentares impositivas no estado têm mérito representativo, mas não garantem equidade territorial nem aderência ao planejamento.
Lídia Arantes, da Alerj, enfatiza que a pesca artesanal do Norte Fluminense tem relevância cultural e econômica e potencial de inovação.
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