
VÍNCULO 1703 – A Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) ainda não apresentou sua contraproposta para as reivindicações dos bancários, deixando a categoria frustrada na mesa de negociação realizada na terça-feira (4), quando o principal tema foram os itens econômicos da pauta.
O Comando Nacional dos Bancários avaliou de forma negativa a postura dos bancos. O presidente do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, José Ferreira, afirmou que é hora de ampliar a mobilização da categoria. “Os bancos frustraram mais uma vez as expectativas ao não apresentarem respostas às reivindicações dos bancários. Precisamos transformar essa indignação em mobilização para que, na próxima negociação, efetivamente eles apresentem propostas que valorizem o trabalho da categoria. Cabe a cada bancário e bancária participar das mobilizações nas redes sociais e das manifestações promovidas pelo Sindicato para que possamos avançar nas negociações”, destacou.
Diante da cobrança dos representantes dos bancários, a Fenaban prometeu apresentar uma contraproposta global na próxima rodada de negociações, marcada para o dia 13 de agosto.
Na pauta econômica, os bancários reivindicam reposição integral da inflação acrescida de 5% de aumento real, com reflexos em todas as verbas salariais; valorização da PLR; reajuste maior nos tíquetes refeição e alimentação; adoção do salário mínimo necessário calculado pelo Dieese (R$ 7.999,44) como piso da categoria; além da criação de um piso salarial para os profissionais de Tecnologia da Informação (TI). “A expectativa da categoria é grande por aumento real dos salários, valorização da PLR, reajuste maior nos tíquetes refeição e alimentação e valorização do piso da categoria. Os bancários também exigem o fim das demissões em massa e do fechamento de agências”, observou Juvandia Moreira, presidente da Contraf-CUT.
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