
VÍNCULO 1674 – O BNDES firmou parceria com o Instituto Stone para fortalecer o microcrédito no Brasil e ampliar a inclusão financeira de microempreendedores. A cooperação, formalizada por meio de um acordo de cooperação técnica, combina a atuação pública do BNDES com a expertise filantrópica do Instituto Stone, plataforma de investimento social da Stone, empresa de tecnologia financeira que oferece soluções para empreendedores.
A iniciativa, segundo a Agência BNDES de Notícias, está alinhada à estratégia do Banco de ampliar o acesso ao crédito para pequenos negócios e empreendedores que não são atendidos pelo sistema financeiro tradicional.
“O microcrédito é um instrumento essencial para promover inclusão produtiva, gerar renda e fortalecer o empreendedorismo de base. Essa parceria reforça o papel do BNDES, como banco de desenvolvimento do governo federal, na construção de soluções que ampliem o acesso ao crédito e apoiem quem mais precisa para desenvolver seus negócios”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
A parceria está estruturada em três eixos principais: ampliação do acesso ao microcrédito, educação empreendedora e financeira e produção de pesquisas públicas para aprimorar a eficiência da política de crédito. No campo da capacitação, o Instituto Stone contribuirá por meio do programa Impulso Stone, que oferece gratuitamente mentorias, cursos e oficinas voltadas ao empreendedorismo e à educação financeira. Os conteúdos serão disponibilizados no portal do BNDES, no canal dedicado a micro, pequenas e médias empresas (MPMEs).
“O BNDES é um parceiro estratégico fundamental devido à sua tradição histórica de apoio ao microcrédito no Brasil e por ser uma das principais fontes de financiamento para Oscips, que atendem empreendedores não alcançados pelos bancos tradicionais”, afirma Antonio Amaral Moreira, líder da frente do Impulso Stone.
“De janeiro a setembro do ano passado, o volume aprovado pelo BNDES para micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) totalizou R$ 155,1 bilhões (R$ 91,3 bilhões em garantias e R$ 63,7 bilhões em crédito), alta de 68% sobre 2024 e de 223% sobre 2022”, informa o Banco.
